Atenção para uma excelente notícia do agronegócio brasileiro. Mato Grosso confirmou mais uma vez sua força no campo e fechou a safra 2025/2026 com produção histórica de soja.
Segundo dados da Companhia Nacional de Abastecimento, a Conab, o estado colheu impressionantes 51 milhões e 600 mil toneladas, maior volume já registrado. O resultado supera a safra passada, que havia alcançado 51 milhões e 300 mil toneladas.
Com esse desempenho, Mato Grosso segue, pelo vigésimo sexto ano consecutivo, como o maior produtor de grãos do Brasil, liderança mantida desde o ano 2000.
A área plantada também cresceu e chegou a 13 milhões de hectares, avanço superior a dois por cento em comparação ao ciclo anterior. Já a produtividade média ficou em quase 4 toneladas por hectare, mostrando a eficiência do produtor mato-grossense.
Na prática, isso significa que Mato Grosso respondeu sozinho por quase 29 por cento de toda a soja produzida no país.
Especialistas apontam que esse resultado é fruto da combinação entre tecnologia no campo, uso de sementes mais modernas, manejo avançado do solo e máquinas cada vez mais inteligentes.
Cidades como Sorriso, Lucas do Rio Verde e Nova Mutum seguem entre os grandes polos de produção, impulsionando a economia regional e fortalecendo o estado como referência mundial no setor.
E os reflexos dessa safra histórica vão além das lavouras. O mercado de trabalho também sente os efeitos positivos.
Dados do Caged mostram que somente no início deste ano, a cadeia produtiva da soja gerou 7 mil 505 empregos formais em apenas um mês, representando 72 por cento das vagas abertas na agropecuária mato-grossense.
Isso significa mais renda circulando no comércio, mais investimentos e maior movimentação econômica em dezenas de municípios.
Agora, o próximo desafio é o escoamento da produção. Rodovias como a BR-163 continuam sendo fundamentais para levar os grãos até portos e centros consumidores.
Mesmo com os desafios logísticos, Mato Grosso mostra mais uma vez por que é chamado de gigante do agro brasileiro. Safra recorde, geração de empregos e liderança absoluta: o campo mato-grossense segue fazendo história.